Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Glauber Rêgo na Câmara Criminal
- Classe
- HABEAS CORPUS CRIMINAL
- Destinatários
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, JOSE ARTHUR ALVES DE ARCANJO
- Advogado
- JOSE ARTHUR ALVES DE ARCANJO (OAB 16627/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMARA CRIMINAL Processo: HABEAS CORPUS CRIMINAL - 0801367-57.2024.8.20.0000 Polo ativo MARCEL BRUNO GUEDES PEREIRA Advogado(s): JOSE ARTHUR ALVES DE ARCANJO Polo passivo 9 Vara Criminal de Natal/RN Advogado(s): Habeas Corpus com Liminar n°0801367-57.2024.8.20.0000. Origem: Juízo da 9ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN. Impetrante: Dr.
José Arthur Alves de Arcanjo (OAB nº 16.627/RN). Paciente: Marcel Bruno Guedes Pereira. Aut. Coatora: MM Juiz de Direito da 9ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN. Relator: Desembargador Glauber Rêgo.
EMENTA: CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. PACIENTE ACUSADO DA PRÁTICA DO CRIME TIPIFICADO NO ART. 180, § 1º, DO CÓDIGO PENAL. PRETENSÃO DE REVOGAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA.
DECISÃO
ADEQUADAMENTE FUNDAMENTADA. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO DEMONSTRADO. CONHECIMENTO E DENEGAÇÃO DA ORDEM.
ACÓRDÃO
Acordam os Desembargadores que integram a Câmara Criminal deste Egrégio Tribunal de Justiça, à unanimidade de votos, em consonância com o parecer da 8ª Procuradoria de Justiça, em conhecer e denegar a ordem do presente habeas corpus, nos termos do voto do Relator, parte integrante deste.
RELATÓRIO
Trata-se de habeas corpus com pedido liminar impetrado pelo advogado José Arthur Alves de Arcanjo em favor de Marcel Bruno Guedes Pereira, apontando como autoridade coatora o (a) MM. Juiz (a) de Direito da 9ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN. Extrai-se dos autos que o paciente teve sua prisão preventiva decretada em 05 de maio de 2023, pela suposta prática do crime tipificado no art. 180, § 1º, do Código Penal (receptação qualificada).
Nessa esteira, sustentou constrangimento ilegal da manutenção da medida cautelar pessoal, visto que os fundamentos da decisão que decretou a custódia são inidôneos. Pugnou ao final, liminar e meritoriamente, a revogação da prisão preventiva, com a consequente expedição do alvará de soltura. Subsidiariamente, caso não seja acolhido o pleito principal, requereu a aplicação das medidas previstas no do Código de Processo Penal.
