Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Glauber Rêgo na Câmara Criminal
- Classe
- HABEAS CORPUS CRIMINAL
- Destinatários
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, RIVANALDO SILVA FERNANDES
- Advogado
- MARIA CLARA FERNANDES SILVA (OAB 18294/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMARA CRIMINAL Processo: HABEAS CORPUS CRIMINAL - 0802557-55.2024.8.20.0000 Polo ativo RIVANALDO SILVA FERNANDES Advogado(s): MARIA CLARA FERNANDES SILVA Polo passivo JUÍZO DE DIREITO DA 5ª VARA CRIMINAL DA COMARCA DE NATAL Advogado(s): Habeas Corpus Criminal com pedido liminar nº 0802557-55.2024.8.20.0000 Impetrante: Maria Clara Fernandes Silva (OAB/RN nº 18.294).
Paciente: Rivanaldo Silva Fernandes. Autoridade Coatora: Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN. Relator: Desembargador Glauber Rêgo.
EMENTA: CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS COM LIMINAR. SUPOSTO COMETIMENTO DOS CRIMES CAPITULADOS NO ART. 157, CAPUT, §2º, II, E §2º-A, I, C/C O ART. 29, DO CÓDIGO PENAL, E DO ART. 244-B, DA LEI Nº 8.069/1990, TODOS C/C O ART. 69, DO CÓDIGO PENAL. PLEITO DE REVOGAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA. REJEIÇÃO.
DECISÃO
DE MANUTENÇÃO DEVIDAMENTE FUNDAMENTADA. PRESENÇA DOS PRESSUPOSTOS E REQUISITOS DA CUSTÓDIA CAUTELAR. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. CONFIGURAÇÃO DA GRAVIDADE CONCRETA DOS DELITOS. IMPOSSIBILIDADE DE OUTRAS MEDIDAS CAUTELARES DIVERSAS DA PRISÃO. CONDIÇÕES PESSOAIS QUE NÃO OBSTAM A PRISÃO CAUTELAR. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO CONFIGURADO. ORDEM CONHECIDA E DENEGADA.
ACÓRDÃO
Acordam os Desembargadores que integram a Câmara Criminal deste Egrégio Tribunal de Justiça, à unanimidade de votos, em consonância com o parecer da 13ª Procuradoria de Justiça, em conhecer e denegar a ordem, tudo nos termos do voto do Relator, parte integrante deste.
RELATÓRIO
Trata-se de habeas corpus com pedido liminar impetrado por Maria Clara Fernandes Silva em favor de , apontando como autoridade coatora o Juízo de Direito da 5ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN. O impetrante, em síntese, assinala que o paciente “foi preso preventivamente pela suposta prática do delito de roubo, com uso da arma de fogo e em comunhão de desígnios com outros dois agentes, ocorrido em via pública, no bairro de Petrópolis, nesta Capital, no dia 26 de novembro de 2023”, e que “o Juízo de origem, em 7 de fevereiro de 2024, ao revisar a necessidade da prisão preventiva em questão, manteve a cautelar sem fundamentação idônea, fazendo uso de justificativa genérica, baseada na gravidade abstrata do delito, e na reincidência, sem apontar elementos novos e contemporâneos” (ID Num. 23631336 - Pág. 2).
