Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Ricardo Procópio na Câmara Criminal
- Classe
- AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL
- Destinatários
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, LAUDIR GOMES DO NASCIMENTO
- Advogados
- RUI VIEIRA VERAS NETO (OAB 14399/RN), MARIA THEREZA BEZERRA DOS SANTOS (OAB 19020/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMARA CRIMINAL Processo: AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL - 0802931-71.2024.8.20.0000 Polo ativo LAUDIR GOMES DO NASCIMENTO Advogado(s): MARIA THEREZA BEZERRA DOS SANTOS, RUI VIEIRA VERAS NETO Polo passivo MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Advogado(s): Agravo em Execução Penal 0802931-71.2024.8.20.0000. Agravante: Laudir Gomes do Nascimento.
Advogados: Drª. Maria Thereza Bezerra dos Santos -OAB/RN 19.020 e Dr. Rui Vieira Veras Neto -OAB/RN 14.399. Agravado: Ministério Público. Relator: Desembargador Ricardo Procópio
EMENTA: PROCESSUAL PENAL. AGRAVO EM EXECUÇÃO. FALTA MÉDIA (9 OCORRÊNCIAS). DESCUMPRIMENTO DAS REGRAS DO REGIME SEMIABERTO HARMONIZADO, MEDIANTE USO DE TORNOZELEIRA ELETRÔNICA. SAÍDA DA ÁREA DE INCLUSÃO DO MONITORAMENTO. ALEGADA FALHA NO EQUIPAMENTO. JUSTIFICATIVA NÃO VEROSSÍMIL.
DECISÃO
MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO.
ACÓRDÃO
A Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, à UNANIMIDADE de votos, em consonância com o parecer da 5ª Procuradoria de Justiça, conheceu e negou provimento ao Agravo, nos termos do voto do Relator, Desembargador RICARDO PROCÓPIO, sendo acompanhado pelos Desembargadores SARAIVA SOBRINHO e GLAUBER RÊGO.
RELATÓRIO
Agravo em Execução interposto por Laudir Gomes do Nascimento em face da decisão prolatada pelo Juiz da 2ª Vara Regional de Execução Penal, que, na EP n. 5000414-09.2022.8.20.0001, homologou falta média, determinando que o apenado cumpra 9 (nove) dias de recolhimento na unidade prisional, sob pena de regressão de regime (ID 25705613 -, p. 144/145). Defende que as falhas registradas no monitoramento eletrônico são resultantes de falhas no equipamento, posto que “seria humanamente impossível de que as violações ocorressem no mesmo horário, minuto e segundo por 9 dias seguidos”.
