Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Claudio Santos no Pleno
- Classe
- CONFLITO DE JURISDIÇÃO
- Destinatário
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE TRIBUNAL PLENO Processo: CONFLITO DE JURISDIÇÃO - 0803054-69.2024.8.20.0000 Polo ativo
JUÍZO DE DIREITO DA 2ª VARA CRIMINAL DA COMARCA DE PARNAMIRIM/RN Advogado(s): Polo passivo
JUÍZO DE DIREITO DA VARA DA INFÂNCIA, DA JUVENTUDE E DO IDOSO DA COMARCA DE PARNAMIRIM/RN Advogado(s):
EMENTA: CONFLITO NEGATIVO DE JURISDIÇÃO INSTAURADO ENTRE O JUÍZO DA 2ª VARA CRIMINAL E O JUÍZO DA VARA DE INFÂNCIA, DA JUVENTUDE E DO IDOSO, AMBOS DA COMARCA DE PARNAMIRIM. CRIME DE ESTUPRO DE VULNERÁVEL. COMPETÊNCIA DEFINIDA PELA RESOLUÇÃO Nº 37/2023-TJRN, QUE DETERMINOU A REDISTRIBUIÇÃO PARA A 1ª E 2ª VARAS CRIMINAIS DA COMARCA DE PARNAMIRIM/RN DOS INQUÉRITOS E MEDIDAS PROTETIVAS DE URGÊNCIA, QUE, NA DATA DE SUA PUBLICAÇÃO ESTIVESSEM EM TRAMITAÇÃO E QUE AINDA TIVESSEM VÍTIMAS ENQUADRADAS NA MENORIDADE.
COMPETÊNCIA DO JUÍZO DA 2ª VARA CRIMINAL DA COMARCA DE PARNAMIRIM PARA PROCESSAR E JULGAR O FEITO.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores que integram o Pleno do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, à unanimidade, conhecer do conflito para declarar a competência do Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Parnamirim, nos termos do voto do Relator, parte integrante deste.
RELATÓRIO
Trata-se de Conflito Negativo de Jurisdição suscitado pelo Juízo da 2ª Vara Criminal em face do Juízo da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, ambos da Comarca de Parnamirim/RN, nos autos da cautelar n. 0817256-73.2022.8.20.5124, atrelada ao Inquérito Policial n. 1869/2023-DPCA, em que se investiga a suposta prática do crime de estupro de vulnerável (art. 217-A) cometido por Francisco Canindé dos Santos em desfavor de sua enteada E.M.F.A..
O processo foi originalmente remetido ao Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Parnamirim/RN para apreciar o pedido de medida protetiva formulado por Maria de Fátima Bezerra da Silva, avó paterna da vítima, nos termos do e II, da . Na oportunidade, considerando o teor do da , o juízo declinou da competência para o Juizado de Violência Doméstica da Comarca.
