Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Ibanez Monteiro na Câmara Cível
- Classe
- AGRAVO DE INSTRUMENTO
- Destinatários
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, JUSSARA RODRIGUES GADELHA, PAULO FRANCISCO DE LIMA JUNIOR, P. F. D. L. N., S. P. G. D. L.
- Advogados
- JOSE CARLOS DE SANTANA CAMARA JUNIOR (OAB 11933/RN), JOSENILDO SOUSA DE OLIVEIRA (OAB 15606/RN)
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Processo: AGRAVO DE INSTRUMENTO - 0803880-95.2024.8.20.0000 Polo ativo P. F. D.
L. J. Advogado(s): JOSE CARLOS DE SANTANA CAMARA JUNIOR Polo passivo S. P. G. D.
L. e outros Advogado(s): JOSENILDO SOUSA DE OLIVEIRA
EMENTA: DIREITO CIVIL. FAMÍLIA. AÇÃO DE DIVÓRCIO. ALIMENTOS PROVISÓRIOS DEFERIDOS NO PERCENTUAL DE 25% DOS VENCIMENTOS, EXCLUÍDOS OS DESCONTOS OBRIGATÓRIOS, EM FAVOR DOS DOIS FILHOS MENORES. AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRINÔMIO NECESSIDADE, CAPACIDADE E PROPORCIONALIDADE. ART. 1.694, § 1° DO CÓDIGO CIVIL. FILHOS MENORES. NECESSIDADE PRESUMIDA. FINANCIAMENTO ALTO PARA PAGAMENTO DE DÍVIDA COM CARTÃO DE CRÉDITO.
IMPOSSIBILIDADE DE PAGAR O VALOR ARBITRADO. REDUÇÃO PARA 20% DOS VENCIMENTOS, EXCLUÍDOS OS DESCONTOS OBRIGATÓRIOS. PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO.
ACÓRDÃO
Acordam os Desembargadores que integram a 2ª Câmara Cível deste Egrégio Tribunal de Justiça, em Turma e à unanimidade, em prover em parte o recurso, nos termos do voto do relator. Agravo de instrumento interposto por PAULO FRANCISCO DE LIMA JÚNIOR, nos autos da ação de divórcio proposta em face de S. P. G. D.
L. e P. F. D.
L. N., ambos menores impúberes representados pela genitora, e também ré, J. R. G. (processo nº 0826417-30.2023.8.20.5106) objetivando reformar decisão do Juiz de Direito da 3ª Vara de Família de Mossoró, que deferiu alimentos provisórios em favor dos dois filhos menores no percentual de 25% dos vencimentos, excluídos os descontos obrigatórios. Alegou que: "A agravada, alega em sua Contestação ID nº 116952767, que o estabelecimento “Espetinho TÔ na Praça”, possui rentabilidade avaliada em mais de R$ 4.000,00 (quatro mil reais).
O que ocorre é que este estabelecimento deixou de funcionar desde o mês de dezembro de 2024, passando ser, apenas, a moradia do agravante, que, após deixar sua residência não possuía nenhum local para se abrigar.”; “os proventos mensais da Sra. Jussara, conforme contracheques anexado nos autos originais, SOMAM O MONTANTE DE (OITO MIL, SEISCENTOS E UM REAIS, OITENTA E SEIS CENTAVOS), sendo descontado o valor obrigatório de (mil, duzentos e quarenta e sete reais, setenta e nove centavos), restando assim, o montante de .
