Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Amaury Moura Sobrinho na Câmara Cível (Juiz Convocado Eduardo Pinheiro)
- Classe
- AGRAVO DE INSTRUMENTO
- Destinatários
- BANCO DO BRASIL SA, FERNANDO CESAR DE AZEVEDO COSTA
- Advogados
- SERVIO TULIO DE BARCELOS (OAB 44698/MG), FERNANDO CESAR DE AZEVEDO COSTA (OAB 9018/RN), WILSON SALES BELCHIOR (OAB 768/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Processo: AGRAVO DE INSTRUMENTO - 0804494-03.2024.8.20.0000 Polo ativo FERNANDO CESAR DE AZEVEDO COSTA registrado(a) civilmente como FERNANDO CESAR DE AZEVEDO COSTA Advogado(s): FERNANDO CESAR DE AZEVEDO COSTA registrado(a) civilmente como FERNANDO CESAR DE AZEVEDO COSTA Polo passivo BANCO DO BRASIL SA Advogado(s): WILSON SALES BELCHIOR, SERVIO TULIO DE BARCELOS
EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE
SENTENÇA.
DECISÃO
AGRAVADA QUE TORNOU SEM EFEITO A
SENTENÇA
EXTINTIVA. DETERMINADO O PROSSEGUIMENTO DA EXECUÇÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. PEDIDO DE FIXAÇÃO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS SUCUMBENCIAIS, ANTE A QUITAÇÃO PARCIAL DO DÉBITO. NÃO CABIMENTO. PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE (ARTIGO 85, CAPUT, CPC). HIPÓTESE EM QUE EVENTUAIS ÔNUS DA SUCUMBÊNCIA DEVEM SER ARCADOS PELA PARTE QUE DEU CAUSA AO AJUIZAMENTO DA EXECUÇÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO CONHECIDO E DESPROVIDO.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima identificadas. Acordam os Desembargadores que integram a 3ª Câmara Cível deste Egrégio Tribunal de Justiça, em Turma, à unanimidade de votos, conhecer e negar provimento ao agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator, parte integrante deste.
RELATÓRIO
Cuida-se de agravo de instrumento interposto por FERNANDO CÉSAR DE AZEVEDO COSTA contra decisão do Juízo da 1ª Vara Cível da Comarca de Mossoró que, nos autos do Cumprimento de Sentença nº 0819402-20.2017.8.20.5106 promovido pelo BANCO DO BRASIL S/A, tornou sem efeito a sentença extintiva da execução e determinou o retorno dos autos ao status quo ante. Em suas razões recursais, o agravante argumenta, em síntese, que mesmo diante do reconhecimento da quitação parcial do débito, não foram fixados os honorários de sucumbência.
