Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Claudio Santos na Câmara Cível
- Classe
- AGRAVO DE INSTRUMENTO
- Destinatários
- BANCO SANTANDER, ANTONIO CHAVES NETO, IVANETE PEREIRA DE SOUZA
- Advogados
- FERNANDO ANTONIO BEZERRA FREIRE (OAB 20581/CE), ADAHILTON DE OLIVEIRA PINHO (OAB 1163/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL Processo: AGRAVO DE INSTRUMENTO - 0806879-21.2024.8.20.0000 Polo ativo BANCO SANTANDER Advogado(s): ADAHILTON DE OLIVEIRA PINHO Polo passivo IVANETE PEREIRA DE SOUZA e outros Advogado(s): FERNANDO ANTONIO BEZERRA FREIRE
EMENTA: CONSTITUCIONAL. CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO REVISIONAL.
DECISÃO
QUE DEFERIU O PEDIDO DE QUE O DEMANDADO REMOVESSE O BEM IMÓVEL OBJETO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO QUESTIONADO NESTES AUTOS DE LEILÕES, BEM COMO OS AUTORES FOSSEM MANTIDOS NA POSSE DO BEM ATÉ ULTERIOR
DECISÃO
EM SENTIDO CONTRÁRIO. IMÓVEL UTILIZADO COMO MORADIA. SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE. PESSOA IDOSA E MENORES COM NECESSIDADES ESPECIAIS. PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. REVERSIBILIDADE DA MEDIDA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. PREJUDICADO O EXAME DO AGRAVO INTERNO.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima identificadas, acordam os Desembargadores que compõem a 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, em turma, à unanimidade de votos, em conhecer e negar provimento ao recurso, ficando prejudicado o exame do agravo interno, nos termos do voto do Relator, que integra este julgado.
RELATÓRIO
Trata-se de Agravo de Instrumento, com pedido de efeito suspensivo, interposto por BANCO SANTANDER (BRASIL) S/A, por seu advogado, em face da decisão proferida pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Luís Gomes/RN, que nos autos da ação revisional (proc. nº 0806879-21.2024.8.20.0000) proposta por IVANETE PEREIRA DE SOUZA e outro, deferiu o pedido de urgência, no sentido de determinar que o demandado removesse o bem imóvel objeto do contrato de financiamento questionado nestes autos de leilões, permitindo que os requerentes fossem mantidos na posse do bem até que sobreviesse decisão em sentido contrário.
