Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Saraiva Sobrinho na Câmara Criminal
- Classe
- AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL
- Destinatários
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, CRISTHIANO SOUSA DE MENEZES
- Advogado
- ALYSSON NEWTON CAVALCANTE PEIXOTO (OAB 18115/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMARA CRIMINAL Processo: AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL - 0807564-28.2024.8.20.0000 Polo ativo CRISTHIANO SOUSA DE MENEZES Advogado(s): ALYSSON NEWTON CAVALCANTE PEIXOTO Polo passivo MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Advogado(s): Agravo em Execução Penal 0807564-28.2024.8.20.0000 Origem: 2ª Vara Regional de Execuções Penais Agravante: Cristhiano Sousa de Menezes Advogado: Alysson Newton Cavalcante Peixoto Agravado: Ministério Público Relator: Desembargador Saraiva Sobrinho
EMENTA: PROCESSUAL PENAL. AGEX. CUMPRIMENTO DE PENA PRÁTICA DE FALTAS GRAVES EM AMBIENTE CARCERÁRIO (02). AUSÊNCIA DE REQUISITO SUBJETIVO PARA PROGRESSÃO. COMPORTAMENTO CONSIDERADO APENASMENTE REGULAR. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE. DECISUM MANTIDO. CONHECIMENTO E DESPROVIMENTO.
ACÓRDÃO
Acordam os Desembargadores da Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, à unanimidade de votos e em consonância com a 5ª PJ, conhecer e desprover o Recurso, nos termos do voto do Relator, Desembargador Saraiva Sobrinho, sendo acompanhado pelos Desembargadores GLAUBER RÊGO e RICARDO PROCÓPIO.
RELATÓRIO
1. AgEx interposto por Cristhiano Sousa de Menezes em face de Decisum do Juízo da 2ª Vara Regional de Execuções Penais, o qual no PEP 0113715-58.2018.8.20.0001, indeferiu o avanço de regime do apenado. (ID 25282698).
2. Sustenta, em linhas gerais (ID 25282688): “... ressaltamos que as faltas não foram homologadas, devidamente compreendidas as circunstâncias fáticas, não sendo salutar juízo de valor antecipado já de asseverar a conduta carcerária de Cristhiano Sousa de Menezes como sendo “regular”. JÁ presumir e obstar a progressão sem antes averiguar, crivar que de fato a conduta é regular. Pende de apuração acurada para só então ter certeza se foi perpetrada de fato falta grave pelo penitente.
