Intimação
D- Órgão
- Gab. do Juiz Fábio Antônio Correia Filgueira
- Classe
- RECURSO INOMINADO CÍVEL
- Destinatários
- TELEFONICA BRASIL S.A., PAMELA AIMEE PEREIRA TEIXEIRA DE VASCONCELOS
- Advogados
- JOSE ALBERTO COUTO MACIEL (OAB 513/DF), VANESSA MARQUES SILVA (OAB 8900/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 2ª TURMA RECURSAL Processo: RECURSO INOMINADO CÍVEL - 0809410-69.2025.8.20.5004 Polo ativo PAMELA AIMEE PEREIRA TEIXEIRA DE VASCONCELOS Advogado(s): VANESSA MARQUES SILVA Polo passivo TELEFONICA BRASIL S.A. Advogado(s): JOSE ALBERTO COUTO MACIEL PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS, CRIMINAIS E DA FAZENDA PÚBLICA 2ª TURMA RECURSAL Gabinete do Juiz Fábio Antônio Correia Filgueira EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Nº: 0809410-69.2025.8.20.5004 EMBARGANTE: PÂMELA AIMEE PEREIRA TEIXEIRA DE VASCONCELOS EMBARGADA: TELEFÔNICA BRASIL S/A JUIZ RELATOR EM SUBSTITUIÇÃO LEGAL: CLEANTO ALVES PANTALEÃO FILHO
EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO INOMINADO. JUIZADO ESPECIAL CÍVEL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DA CAUSA. DESCABIMENTO. EXEGESE DO ARTS. 48 DA LEI 9.099/1995 E 1.022 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PEDIDO EM CONTRARRAZÕES. APLICAÇÃO DE MULTA. ALEGAÇÃO DE RECURSO PROTELATÓRIO. NÃO CABIMENTO. AUSÊNCIA DE DOLO EM RETARDAR O ANDAMENTO DO PROCESSO. EMBARGOS CONHECIDOS, MAS NÃO PROVIDOS.
ACÓRDÃO
DECIDEM os Juízes que integram a Segunda Turma Recursal Permanente dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública do Estado do Rio Grande do Norte, à unanimidade de votos, conhecer e rejeitar os Embargos de Declaração opostos, denegado o pedido para a imposição de multa, nos termos do voto do Relator. Sem custas nem honorários. Participaram do julgamento, além do Relator, os Magistrados João Eduardo Ribeiro de Oliveira e Reynaldo Odilo Martins Soares.
Natal/RN, data conforme o registro do sistema CLEANTO ALVES PANTALEÃO FILHO 1º Juiz Relator em Substituição Legal
RELATÓRIO
Sem relatório, consoante o art. 38 da Lei 9.099/1995.
VOTO
Presentes os pressupostos de admissibilidade, conheço do recurso. Os embargos não merecem prosperar. Segundo a embargante, o Acórdão não considerou que o dano moral está configurado pela redução do score da consumidora, a despeito de não ter existido a negativação formal o seu nome em algum cadastro de restrição ao crédito. Ocorre que o Acórdão bastante fundamentou o não cabimento dos danos morais invocados, em razão da ausência de inscrição do nome da embargante em órgão de inadimplência, mas a simples cobrança de dívida atrasada, na plataforma “Serasa Limpa Nome”.
