Intimação
D- Órgão
- Gab. 05 - DESEMBARGADOR FEDERAL RUI GONÇALVES
- Classe
- APELAÇÃO CÍVEL
- Destinatário
- REJANE DA CUNHA SILVA
- Advogados
- JONATA BRENO MOREIRA SANTANA (OAB 9856/RO), TEREZINHA MOREIRA SANTANA (OAB 6132/RO), LARA MARIA MONTEIRO FRANCHI NUNES (OAB 9106/RO)
JUSTIÇA FEDERAL Tribunal Regional Federal da 1ª Região PROCESSO: 1004530-35.2023.4.01.9999 PROCESSO REFERÊNCIA: 7002359-15.2019.8.22.0011 CLASSE: APELAÇÃO CÍVEL (198) POLO ATIVO: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL POLO PASSIVO:REJANE DA CUNHA SILVA e outros REPRESENTANTE(S) POLO PASSIVO: LARA MARIA MONTEIRO FRANCHI NUNES - RO9106-A, TEREZINHA MOREIRA SANTANA - RO6132-A e JONATA BRENO MOREIRA SANTANA - RO9856-A RELATOR(A):RUI COSTA GONCALVES PODER JUDICIÁRIO Tribunal Regional Federal da 1ª Região GAB.
05 - DESEMBARGADOR FEDERAL RUI GONÇALVES Processo Judicial Eletrônico PROCESSO: 1004530-35.2023.4.01.9999 PROCESSO REFERÊNCIA: 7002359-15.2019.8.22.0011 CLASSE: APELAÇÃO CÍVEL (198) R E L A T Ó R I O O EXMO. SR. DESEMBARGADOR FEDERAL RUI GONÇALVES (RELATOR): Trata-se de apelação interposta pelo INSS contra sentença que julgou procedente o pedido formulado pela parte requerente, concedendo o benefício de amparo social a portador de deficiência, a partir da DER e fixou os critérios de aplicação da correção monetária, juros de mora e honorários.
Sustenta o apelante, em síntese, que deve ser aplicada a Lei nº 11.960/2009 para juros e correção monetária, bem como para que sejam minorados os honorários advocatícios para o percentual de 10%. A parte apelada apresentou contrarrazões.
É o relatório.
PODER JUDICIÁRIO Tribunal Regional Federal da 1ª Região GAB.
05 - DESEMBARGADOR FEDERAL RUI GONÇALVES Processo Judicial Eletrônico PROCESSO: 1004530-35.2023.4.01.9999 PROCESSO REFERÊNCIA: 7002359-15.2019.8.22.0011 CLASSE: APELAÇÃO CÍVEL (198) V O T O O EXMO. SR. DESEMBARGADOR FEDERAL RUI GONÇALVES (RELATOR): Segundo os termos do Enunciado Administrativo n. 3/STJ, aprovado pelo Plenário da Corte na sessão de 9/3/2016: “Aos recursos interpostos com fundamento no CPC/2015 (relativos a decisões publicadas a partir de 18 de março de 2016) serão exigidos os requisitos de admissibilidade recursal na forma do novo CPC.” A sentença proferida na vigência do CPC/2015 não está sujeita à remessa necessária, pois a condenação nela imposta não tem o potencial de ultrapassar o limite previsto no art. 496, § 3º, do novo CPC.
