Intimação
D- Órgão
- Gab. 22 - DES. FED. INÊS VIRGÍNIA
- Classe
- APELAÇÃO CÍVEL
- Destinatário
- ARINE BATISTA DA SILVA
- Advogado
- LEANDRO FERNANDES DE CARVALHO (OAB 154940/SP)
PODER JUDICIÁRIO Tribunal Regional Federal da 3ª Região 7ª Turma APELAÇÃO CÍVEL (198) Nº 0017319-25.2006.4.03.9999 RELATOR: Gab.
22 - DES. FED. INÊS VIRGÍNIA AUTOR: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS REU: ARINE BATISTA DA SILVA Advogado do(a) REU: LEANDRO FERNANDES DE CARVALHO - SP154940-N OUTROS PARTICIPANTES: PODER JUDICIÁRIO Tribunal Regional Federal da 3ª Região 7ª Turma APELAÇÃO CÍVEL (198) Nº 0017319-25.2006.4.03.9999 RELATOR: Gab.
22 - DES. FED. INÊS VIRGÍNIA AUTOR: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS REU: ARINE BATISTA DA SILVA OUTROS PARTICIPANTES: R E L A T Ó R I O A EXMA. SRA. DESEMBARGADORA FEDERAL INÊS VIRGÍNIA (RELATORA): Trata-se de reexame de pretensão recursal determinada pelo colendo STJ, em sede de recurso especial, interposto contra acórdão proferido em agravo legal (ID 284791820 - PG 111/117), que manteve a decisão monocrática terminativa (ID 284791820 - PG 69/73) que deu provimento ao recurso do INSS e reformou a r. sentença de procedência, onde se pleiteia o pagamento do benefício assistencial de prestação continuada - LOAS.
Em decisão da lavra da ministra Assusete Magalhães, com fundamento no artigo 255, § 4°, 111, do RISTJ, foi dado provimento ao Recurso Especial para afastar a exigência da renda familiar per capita mínima mensal, determinando o retorno dos autos ao este Tribunal para que se prosseguisse na análise do direito da recorrente ao recebimento do benefício assistencial. É O
RELATÓRIO.
PODER JUDICIÁRIO Tribunal Regional Federal da 3ª Região 7ª Turma APELAÇÃO CÍVEL (198) Nº 0017319-25.2006.4.03.9999 RELATOR: Gab.
22 - DES. FED. INÊS VIRGÍNIA AUTOR: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS REU: ARINE BATISTA DA SILVA OUTROS PARTICIPANTES: V O T O A EXMA. SRA. DESEMBARGADORA FEDERAL INÊS VIRGÍNIA (RELATORA): Consoante relatado, foi dado provimento ao recurso especial interposto pela parte autora para afastar a exigência da renda familiar per capita mínima mensal, razão pela qual passo à análise dos demais aspectos do recurso.
No caso, o acórdão proferido pelo relator, o Desembargador Federal Antônio Cedenho, considerou que, pelas informações expostas no estudo social e em consulta ao Sistema CNIS, o núcleo familiar era composto pela autora e por seu marido, com renda familiar proveniente da aposentadoria por invalidez por ele recebida, no valor de (setecentos reais), e por isso a autora não faria jus ao benefício assistencial, uma vez que a renda mensal per capita familiar ultrapassava 1/4 do salário mínimo.
