Intimação
D- Órgão
- 2ª Vara Previdenciária Federal de São Paulo
- Classe
- MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL
- Destinatário
- ROSANA MAGALHAES DE SOUSA
- Advogado
- RODOLFO RAMER DA SILVA AGUIAR (OAB 242685/SP)
MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL (120) Nº 5000736-12.2025.4.03.6183 / 2ª Vara Previdenciária Federal de São Paulo IMPETRANTE: ROSANA MAGALHAES DE SOUSA Advogado do(a) IMPETRANTE: RODOLFO RAMER DA SILVA AGUIAR - SP242685 IMPETRADO: GERENTE DA CENTRAL ESPECIALIZADA DE ANÁLISE DE BENEFÍCIOS (CEAB) - RECONHECIMENTO DE DIREITO (RD) DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL I (SRI), INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS FISCAL DA LEI: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL TERCEIRO INTERESSADO: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS S E N T E N Ç A Trata-se de mandado de segurança, impetrado por ROSANA MAGALHÃES DE SOUSA, objetivando a concessão da ordem, “para impor à Autoridade Coatora e ao INSS obrigação de fazer, para que retifique o cálculo do benefício NB 716.553.952-3 em acordo com a Lei 8.213/91, deixe de reter os valores do benefício NB 716.553.952-3 ilegalmente, e pague os valores devidos desde a DIB do NB 716.553.952-3 à Impetrante”.
Concedido o benefício da gratuidade da justiça, bem como intimada a impetrante para emendar a inicial (id 353471760). Houve a emenda. Postergado o exame da liminar para após a vinda das informações, a fim de a autoridade coatora justificar o fato de ter constado no ato de concessão do benefício que a RMI seria de R$ 4.194,29 (id 351745431), sendo pago à impetrante, contudo, somente o valor com RMI de 1.412,00 (id 351745434), observando-se que, nos benefícios anteriores, sob NB 637.000.710-6, 635.441.320-0 e 621.364.613-6, os valores pagos foram, respectivamente, de R$ 4.903,95, R$ 4.413,08 e R$ 4.537,94 (id 354407244).
Informações da autoridade coatora no id 362515880, sobre os quais a impetrante não se manifestou. Vieram os autos conclusos.
É o relatório. Passo a fundamentar e decidir. A impetrante alega que o valor do benefício por incapacidade temporária, sob NB 716.553.952-3 (DIB em 08/10/2024), cuja RMI foi de R$ 1.412,00, não foi calculado corretamente. Sustenta, nesse sentido, que o INSS “omitiu os períodos de contribuição e os salários-de-contribuição oriundos dos benefícios anteriores, desobedecendo aos artigos 29, §5º, e 55, II, da ,213/91”.
