Intimação
D- Órgão
- Juízo 4.0 - Pessoas em Situação de Rua - JFRN
- Classe
- PROCEDIMENTO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL
- Destinatário
- CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF
- Advogados
- CARLA DA PRATO CAMPOS (OAB 60700/BA), DAVID SOMBRA PEIXOTO (OAB 16477/CE)
PODER JUDICIÁRIO Juízo 4.0 - Pessoas em Situação de Rua - JFRN PROCEDIMENTO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL (436) Nº 0000007-41.2025.4.05.8406 AUTOR: JORGE ALEXANDRE DE ANDRADE REU: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS, CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF ADVOGADO do(a) REU: CARLA DA PRATO CAMPOS - BA60700
SENTENÇA
1.
RELATÓRIO
Trata-se de demanda ajuizada por JORGE ALEXANDRE DE ANDRADE em face do Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS) e da Caixa Econômica Federal (CEF), na qualidade de representante do Fundo DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou não). O feito foi proposto por meio de atermação. Na ocasião, o autor relatou ter sofrido acidente de trânsito, possuir idade avançada e estar sem condições de se manter, razão pela qual requereu a concessão do benefício assistencial e o pagamento de indenização securitária obrigatória por acidente de trânsito (DPVAT/SPVAT).
Foram apresentadas contestações (ids. 74328221 e 72442327) e realizada perícia médica (id. 119222056). Em sede de impugnação à perícia médica, a Defensoria Pública da União, representando a parte autora, informou que, na perícia administrativa realizada pelo INSS, fora constatada a incapacidade do demandante. Requereu a procedência dos pedidos formulados (id 141121564). Em sede de audiência de conciliação (id. 153401803), foram colhidas informações do requerente quanto ao seu estado de vulnerabilidade.
Na ocasião, verificou-se que este se encontra com benefício assistencial ativo junto à autarquia previdenciária.
É o breve relatório.
Decido.
2. FUNDAMENTAÇÃO Do benefício assistencial Conforme relatado, durante a audiência, verificou-se que a parte autora já se encontra recebendo benefício assistencial, não subsistindo, portanto, interesse processual quanto a este pleito, devendo, pois, ser o feito extinto pela perda superveniente do interesse de agir, nos termos do , do CPC. Pontue-se, inclusive, que, em razão do benefício concedido, a parte autora, segundo relatou, conseguiu sair das ruas e, atualmente, consegue pagar um local para morar com mais dignidade.
