Intimação
D- Órgão
- 7ª Vara Federal AL
- Classe
- EXECUÇÃO FISCAL
- Destinatário
- MUNICIPIO DE IBATEGUARA
- Advogados
- ROBERTO CARLOS PONTES (OAB 3767/AL), RAFAELLA MILENA VASCONCELOS GUIMARAES (OAB 17177/AL), MARCELO HENRIQUE BRABO MAGALHAES (OAB 4577/AL), FELIPE REBELO DE LIMA (OAB 6916/AL), VICTOR CABUS MONTENEGRO (OAB 9390/AL), BRUNO JOSE BRAGA MOTA GOMES (OAB 8451/AL), LUIZ OTAVIO SANTOS SANDES (OAB 18245/AL), RENATA BASTOS BARROS DA SILVA (OAB 18271/AL), ABDON ALMEIDA MOREIRA (OAB 5903/AL), KARINNE RAFAELLE PEREIRA FARIAS MOREIRA (OAB 9674/AL)
PODER JUDICIÁRIO 7ª Vara Federal AL EXECUÇÃO FISCAL (1116) Nº 0802011-87.2016.4.05.8000 EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE ALAGOAS ADVOGADO do(a) EXEQUENTE: ROBERTO CARLOS PONTES - AL3767 ADVOGADO do(a) EXEQUENTE: RENATA BASTOS BARROS DA SILVA - AL18271 EXECUTADO: MUNICIPIO DE IBATEGUARA ADVOGADO do(a) EXECUTADO: KARINNE RAFAELLE PEREIRA FARIAS MOREIRA - AL9674-A ADVOGADO do(a) EXECUTADO: MARCELO HENRIQUE BRABO MAGALHAES - AL4577 ADVOGADO do(a) EXECUTADO: VICTOR CABUS MONTENEGRO - AL9390 ADVOGADO do(a) EXECUTADO: LUIZ OTAVIO SANTOS SANDES - AL18245 ADVOGADO do(a) EXECUTADO: ABDON ALMEIDA MOREIRA - AL5903 ADVOGADO do(a) EXECUTADO: RAFAELLA MILENA VASCONCELOS GUIMARAES - AL17177 ADVOGADO do(a) EXECUTADO: FELIPE REBELO DE LIMA - AL6916 ADVOGADO do(a) EXECUTADO: BRUNO JOSE BRAGA MOTA GOMES - AL8451
SENTENÇA
Trata-se de execução fiscal ajuizada pelo CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE ALAGOAS em face de MUNICIPIO DE IBATEGUARA, visando à cobrança de créditos decorrentes de anuidades profissionais. Conforme se verifica nos autos, o valor do débito atualizado é inferior a R$ 10.000,00 (dez mil reais), e/ou não foram localizados bens penhoráveis do executado, e/ou não houve comprovação de prévia tentativa de conciliação ou adoção de solução administrativa, nem de protesto do título executivo.
Verifica-se, ainda, que as diligências realizadas para a satisfação do crédito restaram infrutíferas, e o exequente, devidamente intimado a se manifestar sobre a aplicabilidade da Resolução nº 547/2024 do CNJ e a localização de bens, não apresentou providências eficazes.
É o breve relatório.
Decido. A matéria em questão encontra-se pacificada pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 1.184 da Repercussão Geral, que definiu ser legítima a extinção de execução fiscal de baixo valor pela ausência de interesse de agir, em observância ao princípio da eficiência administrativa. Referido entendimento foi posteriormente regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça através da Resolução nº 547/2024, que da leitura do seu olhe-se: " É legítima a extinção de execução fiscal de baixo valor pela ausência de interesse de agir, tendo em vista o princípio constitucional da eficiência administrativa, respeitada a competência constitucional de cada ente federado. § 1º Deverão ser extintas as execuções fiscais de valor inferior a (dez mil reais) quando do ajuizamento, em que não haja movimentação útil há mais de um ano sem citação do executado ou, ainda que citado, não tenham sido localizados bens penhoráveis".
